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Bem vinda(o) à página de Ton MarMel, Artista Visual, que desde criança manifestou dotes para pintura, desenho, escultura, frequentou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu inúmeros prêmios, participou de dezenas de salões de artes, exposições INDIVIDUAIS no Brasil e exterior, é Advogado, doutor em Direito Público há mais de 15 anos, que tem a missão de oferecer obras de artes, serviços artísticos experientes e conhecimentos de excelência com criatividade, segurança e eficiência, inclusive para ASESSESSORIA ARTÍSTICA, CONSULTORIA ON LINE.  (º--º)  Meu trabalho é conhecido e reconhecido por várias pessoas físicas e jurídicas pois presto serviços e ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS E EM GRUPOS, inclusive como PALESTRANTE sobre arte social, direito, projetos sociais de relevância, desenvolvimento pessoal, motivação, empoderamento, liberdade emocional.



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quinta-feira, setembro 21, 2017

TENHO SEXO. NÃO TENHO GÊNERO.

Peço desculpa, mas tenho sexo, não tenho gênero.


Esta crônica não é sobre as declarações de Gentil Martins.

Não penso que a homossexualidade seja uma anomalia, nem sequer entro nessa discussão.

Essa crônica é sobre uma verdadeira anomalia: a anomalia politicamente correta que nos rouba uma parte de nossa identidade: A de sermos homens ou mulheres.

O disparate chegou de onde menos se esperaria: Londres. No metrô deixou de haver “senhoras e senhores”. Passou tudo a ser tratado como simples “hello everybody”; uma espécie de “olá malta”.

Mas há pior. No Canadá um pai conseguiu que o Estado não indicasse o sexo do filho no documento de identidade. Por que? Para, disse ele, não limitar suas escolhas baseado apenas no exame dos órgãos genitais”. O pai decidiu, e o Estado aceitou, que a criança não fosse menino ou menina.

Quando se chega a esse ponto já se ultrapassaram os limites da razoabilidade. É tempo de afirmar, com toda clareza, que uma coisa é o sexo com que nascemos. Outra coisa, bem diferente, são as preferências sexuais que mais tarde descobrimos.

Somos do sexo masculino se tivermos um cromossoma Y e um cromossoma X. Somos do sexo feminino se tivermos dois cromossomas X.

É esse o ponto de partida, não tem de ser de chegada.

Esse ponto de partida não tira direitos de ninguém. Fazê-lo desaparecer é, pois, uma violação da nossa identidade.

Sermos homens ou mulheres não é uma construção cultural: É UMA CONSEQUÊNCIA DA NOSSA BIOLOGIA.

Ao longo de milhares de milhões de anos a natureza desenvolveu a reprodução SEXUADA pois ela é indispensável à evolução de organismos complexos. Existirem dois sexos é uma consequência da evolução das espécies. Negar essa identidade é tão analfabeto como negar a evolução.

A defesa dos direitos de todas as tendências sexuais não se faz acabando como os sexos e substituindo-os por gêneros.

A defesa das minorias não se faz tratando todos por malta em vez de usar uma solução clássica e bem educada.

Homossexualidade não é uma anomalia.

Anomalia é querer escravizar todos a uma ideologia de gênero que pretende esvaziar-nos de uma parte de nossa identidade como homens ou como mulheres, incluindo-nos como gays ou como lésbicas.

Perdoe-me, pois, a nova polícia dos costumes e da linguagem: Eu tenho sexo. Mas ninguém tem nada a ver com o meu gênero.


(Opinião de José Manuel Fernandes)


PS.: De acordo com o dicionário Priberam, a palavra MALTA é entendida como “de origem duvidosa”
substantivo feminino
1. Reunião de gente de baixa condição. = ESCÓRIARALÉRANCHO
2. Grupo de trabalhadores agrícolas que se deslocatemporariamenteà procura de trabalho. = MALTESARIAMALTESIA
3. Grupo de pessoas de  índole ou desordeiras. = BANDOCATERVASÚCIA
4. Gente sem escrúpulossem .caráter.
5. [Informal]  Grupo de pessoas com .atividades ou interesses afins. = PESSOAL
6. Vida de divertimento e ociosidade. = FARRAGANDAIA

"malta", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/malta [consultado em 21-09-2017].



terça-feira, setembro 12, 2017

ABDUÇÃO

A ABDUÇÃO é uma das três formas canônicas de inferência para estabelecer hipóteses científicas. As outras duas são a indução e a dedução.


A intuição pode ser o ponto de chegada, a conclusão de um processo de conhecimento, e pode também ser o ponto de partida de um processo cognitivo. O processo de conhecimento, seja o que chega a uma intuição, seja o que parte dela, constitui a razão discursiva ou o raciocínio.
Ao contrário da intuição, o raciocínio é o conhecimento que exige provas e demonstrações e se realiza igualmente por meio de provas e demonstrações das verdades que estão sendo conhecidas ou investigadas. Não é um ato intelectual, mas são vários atos intelectuais internamente ligados ou conectados, formando um processo de conhecimento.  

Um caçador sai pela manhã em busca da caça. Entra no mato e vê rastros: choveu na véspera e há pegadas no chão; pequenos galhos rasteiros estão quebrados; o capim está amassado em vários pontos; a carcaça de um bicho está à mostra, indicando que foi devorado há poucas horas; há um grande silêncio no ar, não há canto de pássaros, não há ruídos de pequenos animais.
O caçador supõe que haja uma onça por perto. Ele pode, então, tomar duas atitudes. Se, por todas as experiências anteriores, tiver certeza de que a onça está nas imediações, pode preparar-se para enfrentá-la: sabe que caminhos evitar, se não estiver em condições de caçá-la; sabe que armadilhas armar, se estiver pronto para capturá-la; sabe como atraí-la, se quiser conservá-la viva e preservar a espécie.
O caçador pode ainda estar sem muita certeza se há ou não uma onça nos arredores e, nesse caso, tomará uma série de atitudes para verificar a presença ou ausência do felino: pode percorrer trilhas que sabem serem próprias de onças; pode examinar melhor as pegadas e o tipo de animal que foi devorado; pode comparar, em sua memória, outras situações nas quais esteve presente uma onça, etc.
Assim, partindo de indícios, o caçador raciocina para chegar a uma conclusão e tomar uma decisão. Temos aí um exercício de raciocínio empírico e prático (isto é, um pensamento que visa a uma ação) e que se assemelha à intuição sensível ou empírica, isto é, caracteriza-se pela singularidade ou individualidade do sujeito e do objeto do conhecimento.
Quando, porém, um raciocínio se realiza em condições tais que a individualidade psicológica do sujeito e a singularidade do objeto são substituídas por critérios de generalidade e universalidade, temos a dedução, a indução e a abdução.

A dedução

Dedução e indução são procedimentos racionais que nos levam do já conhecido ao ainda não conhecido, isto é, permitem que adquiramos conhecimentos novos graças a conhecimentos já adquiridos. Por isso, se costuma dizer que, no raciocínio, o intelecto opera seguindo cadeias de razõesou os nexos e conexões internos e necessários entre as idéias ou entre os fatos.
dedução consiste em partir de uma verdade já conhecida (seja por intuição, seja por uma demonstração anterior) e que funciona como um princípio geral ao qual se subordinam todos os casos que serão demonstrados a partir dela. Em outras palavras, na dedução parte-se de uma verdade já conhecida para demonstrar que ela se aplica a todos os casos particulares iguais. Por isso também se diz que a dedução vai do geral ao particular ou do universal ao individual. O ponto de partida de uma dedução é ou uma idéia verdadeira ou uma teoria verdadeira.
Por exemplo, se definirmos o triângulo como uma figura geométrica cujos lados somados são iguais à soma de dois ângulos retos, dela deduziremos todas as propriedades de todos os triângulos possíveis. Se tomarmos como ponto de partida as definições geométricas do ponto, da linha, da superfície e da figura, deduziremos todas as figuras geométricas possíveis.
No caso de uma teoria, a dedução permitirá que cada caso particular encontrado seja conhecido, demonstrando que a ele se aplicam todas as leis, regras e verdades da teoria. Por exemplo, estabelecida a verdade da teoria física de Newton, sabemos que: 1) as leis da física são relações dinâmicas de tipo mecânico, isto é, se referem à relações de força (ação e reação) entre corpos dotados de figura, massa e grandeza; 2) os fenômenos físicos ocorrem no espaço e no tempo; 3) conhecidas as leis iniciais de um conjunto ou de um sistema de fenômenos, poderemos prever os atos que ocorrerão nesse conjunto e nesse sistema.
Assim, se eu quiser conhecer um ato físico particular - por exemplo, o que acontecerá com o corpo lançado no espaço por uma nave espacial, ou qual a velocidade de um projétil lançado de um submarino para atingir um alvo num tempo determinado, ou qual é o tempo e a velocidade para um certo astro realizar um movimento de rotação em torno de seu eixo -, aplicarei a esses casos particulares as leis gerais da física newtoniana e saberei com certeza a resposta verdadeira.
A dedução é um procedimento pelo qual um fato ou objeto particulares são conhecidos por inclusão numa teoria geral.
Costuma-se representar a dedução pela seguinte fórmula:
Todos os x são y (definição ou teoria geral);
A é x (caso particular);
Portanto, A é y (dedução).


Exemplos:
1.
Todos os homens (x) são mortais (y);
Sócrates (A) é homem (x);
Portanto, Sócrates (A) é mortal (y).

2.
Todos os metais (x) são bons condutores de eletricidade (y);
O mercúrio (A) é um metal (x);
Portanto, o mercúrio (A) é bom condutor de eletricidade (y).

A razão oferece regras especiais para realizar uma dedução e, se tais regras não forem respeitadas, a dedução será considerada falsa.

A indução

indução realiza um caminho exatamente contrário ao da dedução. Com a indução, partimos de casos particulares iguais ou semelhantes e procuramos a lei geral, a definição geral ou a teoria geral que explica e subordina todos esses casos particulares. A definição ou a teoria são obtidas no ponto final do percurso. E a razão também oferece um conjunto de regras precisas para guiar a indução; se tais regras não forem respeitadas, a indução será considerada falsa.
Por exemplo, colocamos água no fogo e observamos que ela ferve e se transforma em vapor; colocamos leite no fogo e vemos também que ele se transforma em vapor; colocamos vários tipos de líquidos no fogo e vemos sempre sua transformação em vapor. Induzimos desses casos particulares que o fogo possui uma propriedade que produz a evaporação dos líquidos. Essa propriedade é o calor.
Verificamos, porém, que os diferentes líquidos não evaporam sempre na mesma velocidade; cada um deles, portanto, deve ter propriedades específicas que os fazem evaporar em velocidades diferentes. Descobrimos, porém, que a velocidade da evaporação não é o fato a ser observado e sim quanto de calor cada líquido precisa para começar a evaporar. Se considerarmos a água nosso padrão de medida, diremos que ela ferve e começa a evaporar a partir de uma certa quantidade de calor e que é essa quantidade de calor que precisa ser conhecida. Podemos, a seguir, verificar um fenômeno diferente. Vemos que água e outros líquidos, colocados num refrigerador, endurecem e se congelam, mas que, como no caso do vapor, cada líquido se congela ou se solidifica em velocidades diferentes. Procuramos, novamente, a causa dessa diferença de velocidade e descobrimos que depende tanto de certas propriedades de cada líquido quanto da quantidade de frio que há no refrigerador. Percebemos, finalmente, que é essa quantidade que devemos procurar.
Com essas duas séries de fatos (vapor e congelamento), descobrimos que os estados dos líquidos variam (evaporação e solidificação) em decorrência da temperatura ambiente (calor e frio) e que cada líquido atinge o ponto de evaporação ou de solidificação em temperaturas diferentes. Com esses dados podemos formular uma teoria da relação entre os estados da matéria - sólido, líquido e gasoso - e as variações de temperatura, estabelecendo uma relação necessária entre o estado de um corpo e a temperatura ambiente. Chegamos, por indução, a uma teoria.
A dedução e a indução são conhecidas com o nome de inferência, isto é, concluir alguma coisa a partir de outra já conhecida. Na dedução, dado X, infiro (concluo) abcd. Na indução, dados abcd, infiro (concluo) X.

A abdução

O filósofo inglês Peirce considera que, além da dedução e da indução, a razão discursiva ou raciocínio também se realiza numa terceira modalidade de inferência, embora esta não seja propriamente demonstrativa. Essa terceira modalidade é chamada por ele de abdução.
A abdução é uma espécie de intuição, mas que não se dá de uma só vez, indo passo a passo para chegar a uma conclusão. A abdução é a busca de uma conclusão pela interpretação racional de sinais, de indícios, de signos. O exemplo mais simples oferecido por Peirce para explicar o que seja a abdução são os contos policiais, o modo como os detetives vão coletando indícios ou sinais e formando uma teoria para o caso que investigam.
Segundo Peirce, a abdução é a forma que a razão possui quando inicia o estudo de um novo campo científico que ainda não havia sido abordado. Ela se aproxima da intuição do artista e da adivinhação do detetive, que, antes de iniciarem seus trabalhos, só contam com alguns sinais que indicam pistas a seguir. Os historiadores costumam usar a abdução.
De modo geral, diz-se que a indução e a abdução são procedimentos racionais que empregamos para a aquisição de conhecimentos, enquanto a dedução é o procedimento racional que empregamos para verificar ou comprovar a verdade de um conhecimento já adquirido.

Fonte: CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ed. Ática, 2000.

(Filmado nas instalações do Centro Cultural do Banco do Brasil de Belo Horizonte durante exposição O CORPO É A CASA, de Erwin Wurm).





sexta-feira, setembro 01, 2017

O QUE É O INFERNO?

Se você ainda pensa que o inferno é um LUGAR que só existe fora desse mundo, precisa rever seus conceitos.

O que é o Inferno? (Ton MarMel)

O Inferno é o ciclo repetitivo dos mesmos erros e retornos cármicos, sejam eles eternos ou não. Seus maiores sinais são: dor, medo, infelicidade, ódio.

Inferno é um estado de sofrimento repetitivo: mental, espiritual, etérico, astral e até físico. Ele consome a energia vital, a vontade e a alegria. Um vício do qual se quer livrar-se mas não se consegue, e as vezes nem se tenta porque apesar de mau que esse estado gera, ele também produz uma zona de conforto e prazer doentio.

Um relacionamento que faz mal, que não muda, mas que se continua vivendo nele insistentemente e persistentemente porque se pensa –ilusoriamente- que um dia esse relacionamento mudará.

Situações que se sabe se deveria sair, mas que se deixa ficar ou levar por omissão, preguiça, medo.

Não cumprir uma obrigação, um dever, que se sabe que deveria fazer, mas não se tem coragem nem determinação para realizar: Desrespeitar o livre arbítrio de outro impondo o que EU quero ou penso, porque assim será o retorno: escravidão às ideias e desejos de outros.

Não importa se for imposição sexual, financeira ou opinativa, pela força ou fraqueza.

Apego desmedido à pessoas ou situações.

Isso pode trazer muito sofrimento, controle, raiva e infelicidade. Pode ser com família, relacionamentos ou coisas.

Deixar o medo vencer e se paralisar, seja por qualquer desculpa ou argumento.

Deixar o ódio ser mais forte que o perdão.

O inferno não está lá, do outro lado da vida, ele transpassa mundos, assim como o paraíso.




(Inspirado em Edolesia Andreazza)

segunda-feira, agosto 28, 2017

CELEBRANDO A VIDA!

A maldade humana está nas ações tomadas por pessoas que criam mecanismos de defesa para desculpar a falta de autoestima ou que transferem para outros a responsabilidade pela insatisfação em suas vidas.


Acho complicado concordar com o filósofo Jean-Jacques Rousseau, que afirmava que o estado de natureza dos seres humanos não corrompidos pela sociedade não geraria rivalidades e, portanto, estes não tenderiam à satisfação de seus instintos de sobrevivência.

A maldade é algo tão mais arraigado em algumas pobres almas, que num ímpeto de desespero se afogariam na própria imagem refletida na água.

Tem gente que bate na mulher, nos filhos e no cachorro por perversão ou rancor de suas vidinhas miseráveis.

Tem gente que por inveja e malícia se afunda no caos da marginalidade somente para atingir cruelmente e devastar a vida de quem julgam culpados por seus fracassos.

Tenho acompanhado casos de maldade que reviram o estômago do mais vil dos canalhas.

As frustrações e debilidades pessoais escondidas no sonem não justificam atos de violência ou brincadeiras de péssimo gosto que provocam irresponsavelmente sofrimento nos outros. 

É preciso identificar e coibir a força que advém do mal.

Viva a vida!

.

sexta-feira, agosto 25, 2017

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR

A Lei n° 11.340/2006, mais conhecida como Lei Maria da Penha, define violência doméstica e familiar contra a mulher como qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial (artigo 5°) quando praticada no âmbito da unidade doméstica, da família ou em qualquer relação íntima de afeto, independente da orientação sexual. Seja violência masculina ou feminina, VIOLÊNCIA É SEMPRE TRUCULÊNCIA (Lei Maria da Penha).

Diga NÃO à violência doméstica ( #tonmarmel #diganaoaviolenciadomestica #violenciadomestica)


UNIDADE DOMÉSTICA:

Quando as pessoas moram de forma permanente, com ou sem vínculo familiar, inclusive aquelas esporadicamente agregadas, como trabalhadoras domésticas e moradores do mesmo lote.

ÂMBITO FAMILIAR:

Quando as pessoas se consideram aparentadas, unidas por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa, como pais, mães, filho(a)s, sogro(a), tio(a)s, padrinho(a)s, etc.

RELAÇÃO ÍNTIMA DE AFETO:

Quando o agressor(a) conviva ou tenha convivido com a ofendido(a), independentemente de coabitação, como namorado{a) s, ex-namorado(a)s, noivo(a)s, casais, relacionamentos extraconjugais.

Alguns exemplos de violência física:
- foi empurrada;
- foi segurada pelo braço de forma agressiva;
- puxaram seu cabelo:
- foi beliscada;
- teve sua roupa arrancada à força;
- surras;
- uso de amarras;
- cortes;
- mordidas;
- socos e chutes;
- estrangulamento;
- queimaduras;
- forçar a ingerir remédios, bebidas ou drogas;
- e várias outras.

Ser, de alguma forma, obrigada a manter, presenciar ou participar de relações sexuais, ou a se prostituir é violência sexual. Ser impedida de usar métodos contraceptivos ou forçada ao matrimônio, gravidez ou aborto também.

Ofensas disfarçadas de brincadeiras, humilhações, críticas sobre tudo o que fazem. Ou quando tentam controlar a forma de vestir, comer, pensar, se expressar, seu telefone, seu computador. Quando ameaçam, chantageiam; quando isolam dos amigos e familiares. Tudo isso é VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA.

Violência Moral é quando se é vítimas de ofensas, calúnias, xingamentos, difamações e injúrias; quando se é humilhadas publicamente ou até mesmo acusadas de um crime que não se cometeu.

Violência patrimonial é quando o(a) agressor{a) estraga ou destrói os pertences pessoais como celular, computador, tablet, mouse, óculos, roupas, maquiagem... Pode ser por ciúme ou qualquer outro motivo; pode ser também Quando controlam ou confiscam seu salário e exigem que você preste contas de tudo o que gasta; ou se tiram de você seus documentos ou instrumentos de trabalho. Ou ainda se o(a} parceiro(a) vende um patrimônio que é dos dois sem seu consentimento e fica com todo o dinheiro.

MEDIDAS PROTETIVAS DE URGÊNCIA

As MPUs são medidas judiciais que podem ser solicitadas pelas mulheres em situação de violência doméstica e familiar ainda na delegacia, no momento do registro do Boletim de Ocorrência - BO. Segundo recentes decisões dos tribunais, caso a vítima não queira registrar uma ocorrência criminal, mas tenha necessidade de proteção, é possível o deferimento de Medida Protetiva de Urgência. Além disso, as medidas aplicadas podem variar de acordo com a gravidade da situação .

EM RELAÇÃO AO AGRESSOR

- afastamento do agressor do lar;
- suspensão da posse ou restrição de posse de armas do agressor;
- proibição de aproximação do agressor seja da vítima e/ou dos familiares dela com limite de distância mínima;
 proibição de o agressor ter contato com a vítima e seus familiares por Qualquer meio de comunicação, como telefone, e-mail, whatsapp etc .
- proibição do agressor de frequentar determinados lugares; ./ restrição ou suspensão de visitas do agressor aos filhos ou aos demais dependentes .

EM RELAÇÃO À VÍTIMA

- encaminhamento para programa de proteção ou atendimento;
- pagamento de pensão alimentícia para a mulher elou aos dependentes;
- o juiz pode tomar providências para Que o patrimônio das partes seja resguardado.


(Texto retirado da Cartilha “Vamos Conversar”)



domingo, agosto 20, 2017

NÃO TE AMO MAIS

(Lendo de baixo para cima e depois de cima para baixo tem-se... )

É TARDE DEMAIS...
SINTO, MAS TENHO QUE DIZER A VERDADE
EU TE AMO!
E JAMAIS USAREI A FRASE
JÁ TE ESQUECI!
SINTO CADA VEZ MAIS QUE
ALIMENTO UM GRANDE AMOR.
NÃO PODERIA DIZER QUE
VOCÊ NÃO SIGNIFICA NADA.
SINTO DENTRO DE MIM QUE
NADA FOI EM VÃO.
TENHO CERTEZA QUE
AINDA TE QUERO COMO SEMPRE QUIS.
ESTAREI MENTINDO DIZENDO QUE

NÃO TE AMO MAIS.



(LENDO DE CIMA PARA BAIXO E DEPOIS DE BAIXO PARA CIMA TEM-SE... )

NÃO TE AMO MAIS.
ESTAREI MENTINDO DIZENDO QUE
AINDA TE QUERO COMO SEMPRE QUIS.
TENHO CERTEZA QUE
NADA FOI EM VÃO.
SINTO DENTRO DE MIM QUE
VOCÊ NÃO SIGNIFICA NADA.
NÃO PODERIA DIZER QUE
ALIMENTO UM GRANDE AMOR.
SINTO CADA VEZ MAIS QUE
JÁ TE ESQUECI!
E JAMAIS USAREI A FRASE
EU TE AMO!
SINTO, MAS TENHO QUE DIZER A VERDADE
É TARDE DEMAIS...

(Clarice Lispector. Não te amo mais)



terça-feira, agosto 15, 2017

ANJOS EXISTEM

Anjos existem e estão na arte sacra e na arte religiosa.


Arte Religiosa e Arte Sacra.

Deve-se distinguir entre arte religiosa e arte sacra. A diferença está fundada não tanto nos caracteres intrínsecos de ambos e na inspiração de cada uma, mas no destino da obra artística. Existem obras de profunda inspiração religiosa e que, não obstante isto, não são destinadas ao culto, e portanto, não devem ser consideradas propriamente como sendo "arte sacra".

Em geral, pode-se dizer que é arte religiosa aquela que reflete a vida religiosa do artista. A virtude da religião tende a produzir no homem uma atitude substancialmente interna, de submissão, adoração, de fé e esperança e, sobretudo, de amor a Deus. A arte religiosa deve ter esta mesma finalidade e para que isso ocorra é necessário que a arte - conservando o característica intrínseca - se subordine ao fim da religião.

A "arte sacra" é aquela arte religiosa que tem um destino de liturgia, isto é, aquela que se ordena a fomentar a vida litúrgica nos fiéis e que por isso não só deve conduzir a uma atitude religiosa genérica, mas há de ser apta a desencadear a atitude religiosa exigida pela Liturgia, quer dizer para o culto divino.

NÃO DESISTA DE SEUS SONHOS. VOLTE A SONHAR E REALIZAR SEUS SONHOS - Eu estava andando nos corredores do Supremo Tribunal Federal e no Tribunal Regional Federal em Brasília e automaticamente comecei a observar os transeuntes que por mim passavam...

Cada dia que passa vejo mais pessoas desistindo de seus sonhos. Na rua, às vezes, fico observando todo mundo que passa e consigo separar, só em olhar, aqueles que já abandonaram seus sonhos ou desistiram de lutar por eles. Não é muito difícil identificá-los - basta fixar em seus olhos -, todos perderam aquele sinal característico dos sonhadores - os olhos brilhantes, apaixonados e teimosos -, seus olhos passaram a ser opacos e introspectivos, revelando um enorme vazio.

Preocupa-me muito esse aumento desenfreado de realistas e céticos, que perderam sua paixão e seu amor, e, pior ainda, como estão conseguindo contaminar outras pessoas tão rapidamente.

Nós temos que detê-los, pois o mundo e a humanidade evoluem graças aos sonhos. 

Temos de nos lembrar que tudo que foi e está sendo realizado e construído na terra foi antes uma fagulha que incendiou a cabeça de alguém, culminando com a realização de um grande sonho, uma grande paixão, um desejo, uma família.

Se essas pessoas tivessem desistido, muitas coisas seriam diferentes no nosso dia-a-dia.

Você consegue imaginar o mundo sem a luz elétrica, o telefone, o automóvel? Foram Pessoas como nós, que um dia vislumbraram a possibilidade de obtê-los ou construí-los e passaram praticamente a vida inteira lutando para concretizar suas visões, seus sonhos, suas paixões.

E quantas vezes foram chamados de loucos ou foram ridicularizados, quando uma experiência não dava certo. Mesmo assim não desistiram.

Não desista, volte a sonhar! Não abandone seus sonhos! Não perca seus sonhos de vista! E, claro, REALIZE SEUS SONHOS.

"Se você pode sonhar, pode fazer". (Walt Disney).